Hoje, vinha eu na VCI de regresso ao trabalho quando o telemóvel tocou.
Vi quem era. Pareceu-me importante. E atendi...
"Noto que está no carro. Tem altavoz, ou mãos livres?" "Não tenho, mas pode falar, desde que seja rápido." De repente, senti a luz azul no meu lado esquerdo, ouvi uma sirene, e não disse mais nada, só um "fui apanhado!"
A Honda colocou-se à minha frente, um dedo apontou para o lado direito, e segui-a. Andou umas centenas de metros devagarinho, até que chegou à zona tracejada junto à saída para a rotunda de Francos. Paramos aí mesmo, carros a passar pelos dois lados.
O chefe N. de S. aproximou-se, cumprimentou, pediu os documentos, enquanto eu lhe ia dizendo que bem... o telefone tinha tocado e eu não tinha resistido... sabia que era proíbido mas... Não adiantou. Rapidamente me explicou que a infracção era grave, que não havia perdão, mas que se eu fosse delinquente primário e pagasse a coima voluntariamente na hora, teria a pena mínima: multa de 120 € e 30 dias de inibição de conduzir, esta pena suspensa durante seis meses.
Perguntei-lhe como me tinha apanhado, ele contou-me uma história de abutres e presas (sic) e explicou-me como usou o espelho retrovisor exterior do meu carro para ver o que eu estava a fazer. Mas apesar de ser um verdadeiro gentleman, o chefe N. de S. não me leu os direitos, não me sugeriu que ligasse ao meu advogado, e apenas quis saber se tinha comigo dinheiro suficiente ou se tinhamos de ir a uma caixa Multibanco.
Paguei, recebi de volta os documentos e o recibo, o chefe N. de S. despediu-se com um "foi um prazer!" e ajudou-me a reentrar na VCI. Olho pelo retrovisor, e vejo que já tinha mandado parar outro carro, que aparentemente tinha pisado o risco contínuo ali mesmo. Outra presa...
Entretanto fiz umas contas. Se todos contribuíssemos com 120 € uma vez por ano, isto dava uns 1200 milhões de € por ano. Que bela contribuição para a redução do défice nacional! Olhei para os 120 € como a minha parte, e ajudou-me a digerir a coisa...
Logo a seguir, ouvi na rádio que o Cristiano Ronaldo por dois míseros jogos de suspensão, por ter partido um maxilar de um colega de profissão, tinha sido multado em 600 €, cinco vezes mais. Eu, 30 dias, 120 €. Até tive sorte!...
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
As surpresas do comércio internacional
Perdi há uns dias o estilete do meu 'velho' Qtek S200, e fiquei a escrever com os dedos. O telefone trazia 2, e este era o segundo.
Fui directo à Pixmania, que me cobrava 3 € mais 14.28 € de transporte por um pack de 3. Carote... Passei pela Fnac em Passos Manuel, onde me informaram que o produto estava descontinuado, mas arranjavam-me um sucedâneo, tipo linha branca, por 13.95 €. Ainda experimentei, mas não encaixava nada bem no meu telemóvel...
Fui ao ebay pesquisar. Montes de ofertas. Entre as quais esta. 2.88 USD por 3 peninhas, free shipping! Paguei com o meu Paypal, que me cobrou 2.07 €. E fiquei a pensar se seria verdade. Talvez. Deviam certamente vir da China, misturadas com as mercadorias que abastecem os armazéns e os restaurantes, e seriam entregues em mão, pelo empregado de um destes estabelecimentos. Sei lá! Por aquele preço....
Chegaram hoje! Direitinhas. Vindas de onde? Da Nova Zelândia! Auckland. Bem embaladas. Por avião. New Zeland Post. Iguaizinhas às originais. Ficaram-me por 0.69 € cada.
Não dá mesmo para perceber...
Fui directo à Pixmania, que me cobrava 3 € mais 14.28 € de transporte por um pack de 3. Carote... Passei pela Fnac em Passos Manuel, onde me informaram que o produto estava descontinuado, mas arranjavam-me um sucedâneo, tipo linha branca, por 13.95 €. Ainda experimentei, mas não encaixava nada bem no meu telemóvel...
Fui ao ebay pesquisar. Montes de ofertas. Entre as quais esta. 2.88 USD por 3 peninhas, free shipping! Paguei com o meu Paypal, que me cobrou 2.07 €. E fiquei a pensar se seria verdade. Talvez. Deviam certamente vir da China, misturadas com as mercadorias que abastecem os armazéns e os restaurantes, e seriam entregues em mão, pelo empregado de um destes estabelecimentos. Sei lá! Por aquele preço....
Chegaram hoje! Direitinhas. Vindas de onde? Da Nova Zelândia! Auckland. Bem embaladas. Por avião. New Zeland Post. Iguaizinhas às originais. Ficaram-me por 0.69 € cada.
Não dá mesmo para perceber...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Entramos na segunda década do terceiro milénio? Não!...
Isto de contar em múltiplos de 10, de 100 ou de 1000 afinal é mais complicado do que parece, e volta e meia lá aparecem as confusões. Servem para vender uns jornais e uns programas de TV, para uns twits enganadores, para umas tiradas no Facebook, mas não alteram as regras.
É certo que quaisquer 10 anos são uma década, quaisquer 100 anos são um século e quaiquer 1000 anos são um milénio. Acabou um agora mesmo, no momento em que escrevo isto. O que se iniciou há exactamente mil anos, às 12:54 do dia 1 de Janeiro de 1010.
Agora, o terceiro milénio do nosso calendário segue-se ao segundo, e este ao primeiro, que se iniciou no dia 1 de Janeiro do ano 1 (Gregório XIII não pensou num ano zero...). O segundo começou no d1a 1 de Janeiro do ano 1001 e o terceiro começou no dia 1 de Janeiro de 2001. E a primeira década do terceiro milénio começou também nesse dia, pelo que só termina no dia 31 de Dezembro de 2010. Falta um ano.
Costumamos falar nos anos 60 para nos referir à década que se iniciou em 1 de Janeiro de 1960 e terminou em 31 de Dezembro de 1969, por exemplo. Está certo. Mas atenção que esta não é a 97ª década do segundo milénio, pois essa iniciou-se exactamente um ano depois. Isto, se quisermos chamar as coisas pelos nomes certos...
Lembro-me desta discussão há 10 anos, quando algumas pessoas decretaram a entrada no terceiro milénio nesse dia.
É certo que quaisquer 10 anos são uma década, quaisquer 100 anos são um século e quaiquer 1000 anos são um milénio. Acabou um agora mesmo, no momento em que escrevo isto. O que se iniciou há exactamente mil anos, às 12:54 do dia 1 de Janeiro de 1010.
Agora, o terceiro milénio do nosso calendário segue-se ao segundo, e este ao primeiro, que se iniciou no dia 1 de Janeiro do ano 1 (Gregório XIII não pensou num ano zero...). O segundo começou no d1a 1 de Janeiro do ano 1001 e o terceiro começou no dia 1 de Janeiro de 2001. E a primeira década do terceiro milénio começou também nesse dia, pelo que só termina no dia 31 de Dezembro de 2010. Falta um ano.
Costumamos falar nos anos 60 para nos referir à década que se iniciou em 1 de Janeiro de 1960 e terminou em 31 de Dezembro de 1969, por exemplo. Está certo. Mas atenção que esta não é a 97ª década do segundo milénio, pois essa iniciou-se exactamente um ano depois. Isto, se quisermos chamar as coisas pelos nomes certos...
Lembro-me desta discussão há 10 anos, quando algumas pessoas decretaram a entrada no terceiro milénio nesse dia.
domingo, 27 de dezembro de 2009
O Ar em Casablanca
Estive uma única vez em Casablanca, cortesia da Royal Air Maroc, que se atrasou tanto no vôo Agadir - Casablanca que perdemos o vôo Casablanca - Lisboa. Atrasou-se horas!
Estivemos horas no aeroporto de Agadir, nós e um avião, à espera que uma tripulação nos levasse, mas quando chegamos a Casablanca, já era tarde. O avião para Lisboa esperou, esperou, até que desesperou e partiu.
Aí, a Royal Air Maroc portou-se à altura! Hotel 5 estrelas para todos, um dia de pensão completa - jantar, dormida, pequeno almoço e almoço. Hotel Farah. Antes do hotel, um "pequeno" pormenor: as nossas bagagens tinham sido despachadas para Lisboa, e oficialmente já não estavam em Marrocos, mas nós estávamos, e assim não podíamos pegar nelas... só olhar... Telefonema mais telefonema - parecia que era a primeira vez - e a coisa lá se resolveu.
A primeira impressão de Casablanca foi mesmo esta à porta do hotel
Depois foi ver a gigantesca mesquita Hassan II, à beira mar, feita com o dinheiro dos marroquinos e aparentemente com sérios problemas de fundações que a Teixeira Duarte foi chamada a resolver,
a medina velha, que rodeamos percorrendo ruas com uma sujidade indescritível, estas duas personagens que me pediram que os fotografasse e depois nem um contacto me deram para lhes fazer chegar a foto
os souks tradicionais e toda a beleza de uma cidade do norte de África
com aquele toque francês que a torna diferente
Valeu bem a pena o atraso!
Estivemos horas no aeroporto de Agadir, nós e um avião, à espera que uma tripulação nos levasse, mas quando chegamos a Casablanca, já era tarde. O avião para Lisboa esperou, esperou, até que desesperou e partiu.
Aí, a Royal Air Maroc portou-se à altura! Hotel 5 estrelas para todos, um dia de pensão completa - jantar, dormida, pequeno almoço e almoço. Hotel Farah. Antes do hotel, um "pequeno" pormenor: as nossas bagagens tinham sido despachadas para Lisboa, e oficialmente já não estavam em Marrocos, mas nós estávamos, e assim não podíamos pegar nelas... só olhar... Telefonema mais telefonema - parecia que era a primeira vez - e a coisa lá se resolveu.
A primeira impressão de Casablanca foi mesmo esta à porta do hotel
| From Maroc |
Depois foi ver a gigantesca mesquita Hassan II, à beira mar, feita com o dinheiro dos marroquinos e aparentemente com sérios problemas de fundações que a Teixeira Duarte foi chamada a resolver,
| From Maroc |
a medina velha, que rodeamos percorrendo ruas com uma sujidade indescritível, estas duas personagens que me pediram que os fotografasse e depois nem um contacto me deram para lhes fazer chegar a foto
| From Maroc |
os souks tradicionais e toda a beleza de uma cidade do norte de África
| From Maroc |
com aquele toque francês que a torna diferente
| From Maroc |
Valeu bem a pena o atraso!
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
O fim do emprego
Temos de encarar os graves problemas que a economia mundial atravessa como sinais de uma mudança de paradigma que é absolutamente inevitável e que deve ser desejada.
A economia do "direito ao emprego" acabou, e muitos nem notaram. Notaram os desempregados, as principais vítimas do sistema, e mais ninguém! O "direito ao emprego" é o "direito a ser explorado", e está a esgotar-se com a tomada de consciência de cada um de que pode tomar o futuro nas suas mãos, de que não há mais gente providencial, capaz de criar as fábricas e as organizações que vão "dar" emprego decente a todos, de que o futuro de cada um passa em primeiro lugar por ele próprio.
Esta mudança é cultural, pois não estamos preparados para a ideia de que para receber é preciso também dar, de que todos temos de contribuir para o futuro de todos. E exige um governo capaz, que trate dos assuntos verdadeiramente importantes. Que promova a discussão dos tópicos que afectam o nosso futuro. Que entenda que hoje já não é o tempo do hardware, e que começa também a não ser do software, mas sim do brainware, das ideias, da criatividade, do conhecimento. Da criação do próprio emprego.
São desafios fantásticos, e oportunidades fantásticas. Mas acreditamos que quem nos governa nos irá guiar por estes caminhos? Eu não...
Acredito mais nas pessoas, nos eleitores, na nossa capacidade colectiva. Na inteligência colectiva que nos levou ao último resultado eleitoral. Sim, porque perante as opções que os políticos nos apresentaram, qualquer outro resultado teria sido catastrófico!...
A economia do "direito ao emprego" acabou, e muitos nem notaram. Notaram os desempregados, as principais vítimas do sistema, e mais ninguém! O "direito ao emprego" é o "direito a ser explorado", e está a esgotar-se com a tomada de consciência de cada um de que pode tomar o futuro nas suas mãos, de que não há mais gente providencial, capaz de criar as fábricas e as organizações que vão "dar" emprego decente a todos, de que o futuro de cada um passa em primeiro lugar por ele próprio.
Esta mudança é cultural, pois não estamos preparados para a ideia de que para receber é preciso também dar, de que todos temos de contribuir para o futuro de todos. E exige um governo capaz, que trate dos assuntos verdadeiramente importantes. Que promova a discussão dos tópicos que afectam o nosso futuro. Que entenda que hoje já não é o tempo do hardware, e que começa também a não ser do software, mas sim do brainware, das ideias, da criatividade, do conhecimento. Da criação do próprio emprego.
São desafios fantásticos, e oportunidades fantásticas. Mas acreditamos que quem nos governa nos irá guiar por estes caminhos? Eu não...
Acredito mais nas pessoas, nos eleitores, na nossa capacidade colectiva. Na inteligência colectiva que nos levou ao último resultado eleitoral. Sim, porque perante as opções que os políticos nos apresentaram, qualquer outro resultado teria sido catastrófico!...
sábado, 14 de novembro de 2009
Legalidade não chega! Ética, senhores!
As leis nunca são perfeitas, já se sabe, e há sempre quem esteja pronto a desvirtuar o seu espírito, cumprindo-a à letra. Ocorre-me sempre o caso daquela equipa de ciclismo que dopava os seus ciclistas cirurgicamente para as concentrações das substâncias proibidas estarem sempre ligeiramente abaixo dos limites da lei, esquecendo completamente que assim estava a comprometer a saúde dos seus atletas. Era legal, mas não era obviamente ético. E às vezes falhava, ultrapassavam-se os limites...
Dizia o antigo ministro Pina Moura que a ética é a lei. Mas não é. A ética está no plano dos valores, que toda a gente entende, independentemente dos meandros das leis.
Usar o dinheiro de uma empresa pública para adquirir a um valor várias vezes superior ao valor de mercado um qualquer serviço, pode até ser legal, se tiverem sido cumpridas as regras que condicionam a aquisição de serviços por parte das empresas públicas, mas não é ético.
Usar o dinheiro de um banco para adquirir empresas por valores perfeitamente exorbitantes ou para conceder empréstimos de interesse duvidoso, pode ser legal, se tiverem sido cumpridos os regulamentos respectivos, mas não será certamente ético.
Como não será usar o dinheiro das autarquias em obras desnecessárias, ou autorizar a construção de edifícios que são verdadeiros atentados ao bom senso, por exemplo.
Fica sempre o manto da suspeita, dos interesses privados, do enriquecimento ilícito, do financiamento do futebol ou dos partidos.
É por isso que estou farto desta conversa de legalidade, legalidade, legalidade. Legalidade não chega! Ética, senhores!
Dizia o antigo ministro Pina Moura que a ética é a lei. Mas não é. A ética está no plano dos valores, que toda a gente entende, independentemente dos meandros das leis.
Usar o dinheiro de uma empresa pública para adquirir a um valor várias vezes superior ao valor de mercado um qualquer serviço, pode até ser legal, se tiverem sido cumpridas as regras que condicionam a aquisição de serviços por parte das empresas públicas, mas não é ético.
Usar o dinheiro de um banco para adquirir empresas por valores perfeitamente exorbitantes ou para conceder empréstimos de interesse duvidoso, pode ser legal, se tiverem sido cumpridos os regulamentos respectivos, mas não será certamente ético.
Como não será usar o dinheiro das autarquias em obras desnecessárias, ou autorizar a construção de edifícios que são verdadeiros atentados ao bom senso, por exemplo.
Fica sempre o manto da suspeita, dos interesses privados, do enriquecimento ilícito, do financiamento do futebol ou dos partidos.
É por isso que estou farto desta conversa de legalidade, legalidade, legalidade. Legalidade não chega! Ética, senhores!
domingo, 8 de novembro de 2009
Corrupções
Mas porque somos tão atrasados?
O Manuel Lima, um Português que prestigia Portugal, num estudo por ele realizado, mostra como num grupo de 20 países todos menores que nós em área e em população, nós conseguimos ser o último no que diz respeito ao produto. Somos o primeiro dos 20 em área e em população, e o vigésimo em produção per capita. Não é por sermos poucos ou pequenos que somos atrasados!
Somos atrasados porque nos atrasamos e não fazemos nada para recuperarmos dessa situação.
E não há nada mais preocupante do que o que se passa nas nossas escolas, pois sem uma educação integral para a vida, centrada no princípio de que viver em sociedade é dar e receber, não passaremos de miseráveis pedintes, na nossa casa, na nossa rua, no nosso País, no mundo. É que para receber, é preciso dar. E para dar é preciso saber construir.
Mas não, preferimos este assalto aos dinheiros públicos, de todos, por parte de alguns. Esta mistura de empreses públicas deficitárias, de obras públicas, de futebol, de interesses mesquinhos de alguns, de encobrimentos, de incapacidade do nosso sistema judicial, só mostra que o que resulta é a cunha, o esquema, a esperteza saloia.
Sem aprendermos a lidar com a corrupção, sem percebermos o verdadeiro cancro social que é esta atitude desleixada de deixar andar, nunca seremos melhores.
E os melhores nunca aceitarão o desafio de nos governar!
O Manuel Lima, um Português que prestigia Portugal, num estudo por ele realizado, mostra como num grupo de 20 países todos menores que nós em área e em população, nós conseguimos ser o último no que diz respeito ao produto. Somos o primeiro dos 20 em área e em população, e o vigésimo em produção per capita. Não é por sermos poucos ou pequenos que somos atrasados!
Somos atrasados porque nos atrasamos e não fazemos nada para recuperarmos dessa situação.
E não há nada mais preocupante do que o que se passa nas nossas escolas, pois sem uma educação integral para a vida, centrada no princípio de que viver em sociedade é dar e receber, não passaremos de miseráveis pedintes, na nossa casa, na nossa rua, no nosso País, no mundo. É que para receber, é preciso dar. E para dar é preciso saber construir.
Mas não, preferimos este assalto aos dinheiros públicos, de todos, por parte de alguns. Esta mistura de empreses públicas deficitárias, de obras públicas, de futebol, de interesses mesquinhos de alguns, de encobrimentos, de incapacidade do nosso sistema judicial, só mostra que o que resulta é a cunha, o esquema, a esperteza saloia.
Sem aprendermos a lidar com a corrupção, sem percebermos o verdadeiro cancro social que é esta atitude desleixada de deixar andar, nunca seremos melhores.
E os melhores nunca aceitarão o desafio de nos governar!
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