Hoje estive a experimentar a nova possibilidade que o MEO oferece de associar uma conta fotos.sapo.pt a uma conta MEO. É interessante, pois é possível associar a mesma conta de fotos a múltiplas contas MEO e assim partilhar fotos de um modo controlado. A qualidade da imagem não é famosa, mas aceita-se e certamente que vai melhorar de forma acelerada.
Escolhi para experimentar uma selecção de fotos que fiz em Seoul há cerca de dois anos
e de repente dei comigo a pensar naqueles dias na Coreia do Sul. Dias de calor, de chuva e de manifestações. Muito calor, muita chuva e muitas manifestações.
Fiz a viagem como gosto. Porto-Frankfurt-Seoul e volta. Hotel President em Seoul. Depois um salto a Daejeon para uma conferência e regresso a Seoul. Em Julho, quente em todos os sentidos, em plena crise da carne. Manifestações duras, duríssimas. Tudo gente nova, manifestantes e polícias. Barreiras de autocarros quase intransponíveis. Zonas inacessíveis.
Cheguei a Seoul por volta das 11:00 horas locais. Verifiquei logo que o meu telemóvel não tinha roaming. Ainda no aeroporto arranjei moedas e tentei uma cabine telefónica. Nada. O que vale é que rapidamente alguém me avisou que a cabina que eu estava a usar só funcionava com as moedas antigas e me ensinou a resolver o problema.
Como de costume, fui de autocarro para o hotel. Tudo como o Google tinha previsto. O hotel ali mesmo em frente. O único óbice foi mesmo a barreira de autocarros da polícia entre a paragem do autocarro e o hotel. Absolutamente intransponível, pois os autocarros estavam encostados uns aos outros. Um polícia logo me explicou que teria de ir até ao fim da barreira e voltar pelo outro lado...
Seoul é uma cidade fantástica. Cheia de vida e de cor. Mesmo quando chove muito. Agitada, ferve. Para além das terríveis manifestações contra a importação de carne bovina dos EUA, vi manifestações de apoio ao Falun Gong, de protesto contra a Coreia do Norte, religiosas, folclóricas, todas levadas a sério, explicadas a todos, incluindo os turistas como eu, em absoluto respeito.
Seoul é Coreia. Coreia é Ásia. Outra civilização. Muito antiga. Muito paciente. Com gente nova que trabalha e que sabe o que vale. Que leva a educação a sério. Muito a sério. Desde a primeira escola. Que constrói o futuro.
Apesar das manifestações. Ou não fosse frequente à noite manifestantes e polícias se encontrarem todos nos mesmos restaurantes...
domingo, 4 de abril de 2010
quarta-feira, 24 de março de 2010
E a espuma não pode entrar na cabina do avião?
Nos aviões gosto de despachar a minha bagagem. Não tenho que me preocupar com os líquidos, nem de a carregar enquanto espero pelo embarque, embora no destino tenha sempre uma boa espera à minha espera, mesmo que não tenha havido extravio. As minhas malas costumam ser sempre das últimas a chegar ao tapete...
Ontem, em Frankfurt, tinha à minha espera um amigo que viajara num vôo anterior, e para não o fazer esperar mais tempo, decidi levar a minha bagagem para a cabine. Apresentei-me no ponto de verificação do Aeroporto Francisco Sá Carneiro com os líquidos num saco transparente, o laptop fora do saco, sem casaco nem gabardine, nada nos bolsos, um cinto pacífico, uns sapatos de confiança, daqueles que não apitam nunca. Lá passei silencioso, fui recebendo os meus items todos, até que... a minha espuma da barba numa bolsa transparente dentro da minha mala chamou a atenção dos zelosos funcionários:
- Isto não pode passar!
- Porquê? Não é um líquido...
- Não interessa, não pode passar!
- Pronto, ok, eu meto isso no meu saco transparente.
- Também não pode!
- Porquê?
- Porque tem mais de 100 ml (o máximo por frasquinho).
- Mas não tem, está quase no fim...
- Não interessa, aqui fora diz 200 ml, e portanto não pode passar.
Confesso que não tive paciência para mais, dispensei o zeloso funcionário do auto que me permitiria recuperar a minha espuma no regresso, pensei que o sabão do hotel até seria capaz de ser uma boa solução alternativa, e fui.
Num avião mais seguro, porque a minha espuma suspeita tinha felizmente sido detectada e ficado retida em terra...
Ontem, em Frankfurt, tinha à minha espera um amigo que viajara num vôo anterior, e para não o fazer esperar mais tempo, decidi levar a minha bagagem para a cabine. Apresentei-me no ponto de verificação do Aeroporto Francisco Sá Carneiro com os líquidos num saco transparente, o laptop fora do saco, sem casaco nem gabardine, nada nos bolsos, um cinto pacífico, uns sapatos de confiança, daqueles que não apitam nunca. Lá passei silencioso, fui recebendo os meus items todos, até que... a minha espuma da barba numa bolsa transparente dentro da minha mala chamou a atenção dos zelosos funcionários:
- Isto não pode passar!
- Porquê? Não é um líquido...
- Não interessa, não pode passar!
- Pronto, ok, eu meto isso no meu saco transparente.
- Também não pode!
- Porquê?
- Porque tem mais de 100 ml (o máximo por frasquinho).
- Mas não tem, está quase no fim...
- Não interessa, aqui fora diz 200 ml, e portanto não pode passar.
Confesso que não tive paciência para mais, dispensei o zeloso funcionário do auto que me permitiria recuperar a minha espuma no regresso, pensei que o sabão do hotel até seria capaz de ser uma boa solução alternativa, e fui.
Num avião mais seguro, porque a minha espuma suspeita tinha felizmente sido detectada e ficado retida em terra...
domingo, 14 de fevereiro de 2010
Pobre País...
Andamos todos a falar do que não interessa ou do que não sabemos, e o problema essencial mantem-se... É que o problema essencial não é saber se há liberdade de expressão ou não, mas sim se temos um governo capaz ou não.
E tudo indica que não. Como já sabemos há muito tempo, aliás. São demasiadas as trapalhadas, as histórias mal contadas, as nomeações para a máquina do Estado, as tentativas de alargar a sua influência, as assessorias, os milhões, as pressões, as irritações, para podermos acreditar que temos um governo em que podemos confiar.
Os problemas que temos pela frente são tão sérios e tão complexos que passam pelo âmago da organização social, do modelo económico, da relação de cada um com a sociedade. Está na ordem do dia saber antecipar as mudanças!
Infelizmente, parece óbvio que nada ainda foi feito para começar a debelar esta grande crise económica e social em que mergulhamos. Nem cá dentro nem lá fora. Ou alguém acredita que as mesmas organizações, os mesmos intérpretes, vão ser capazes de dar resposta a estes problemas?
Eu não!
E tudo indica que não. Como já sabemos há muito tempo, aliás. São demasiadas as trapalhadas, as histórias mal contadas, as nomeações para a máquina do Estado, as tentativas de alargar a sua influência, as assessorias, os milhões, as pressões, as irritações, para podermos acreditar que temos um governo em que podemos confiar.
Os problemas que temos pela frente são tão sérios e tão complexos que passam pelo âmago da organização social, do modelo económico, da relação de cada um com a sociedade. Está na ordem do dia saber antecipar as mudanças!
Infelizmente, parece óbvio que nada ainda foi feito para começar a debelar esta grande crise económica e social em que mergulhamos. Nem cá dentro nem lá fora. Ou alguém acredita que as mesmas organizações, os mesmos intérpretes, vão ser capazes de dar resposta a estes problemas?
Eu não!
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
Afinal quem disse que a justiça não funciona?
Hoje, vinha eu na VCI de regresso ao trabalho quando o telemóvel tocou.
Vi quem era. Pareceu-me importante. E atendi...
"Noto que está no carro. Tem altavoz, ou mãos livres?" "Não tenho, mas pode falar, desde que seja rápido." De repente, senti a luz azul no meu lado esquerdo, ouvi uma sirene, e não disse mais nada, só um "fui apanhado!"
A Honda colocou-se à minha frente, um dedo apontou para o lado direito, e segui-a. Andou umas centenas de metros devagarinho, até que chegou à zona tracejada junto à saída para a rotunda de Francos. Paramos aí mesmo, carros a passar pelos dois lados.
O chefe N. de S. aproximou-se, cumprimentou, pediu os documentos, enquanto eu lhe ia dizendo que bem... o telefone tinha tocado e eu não tinha resistido... sabia que era proíbido mas... Não adiantou. Rapidamente me explicou que a infracção era grave, que não havia perdão, mas que se eu fosse delinquente primário e pagasse a coima voluntariamente na hora, teria a pena mínima: multa de 120 € e 30 dias de inibição de conduzir, esta pena suspensa durante seis meses.
Perguntei-lhe como me tinha apanhado, ele contou-me uma história de abutres e presas (sic) e explicou-me como usou o espelho retrovisor exterior do meu carro para ver o que eu estava a fazer. Mas apesar de ser um verdadeiro gentleman, o chefe N. de S. não me leu os direitos, não me sugeriu que ligasse ao meu advogado, e apenas quis saber se tinha comigo dinheiro suficiente ou se tinhamos de ir a uma caixa Multibanco.
Paguei, recebi de volta os documentos e o recibo, o chefe N. de S. despediu-se com um "foi um prazer!" e ajudou-me a reentrar na VCI. Olho pelo retrovisor, e vejo que já tinha mandado parar outro carro, que aparentemente tinha pisado o risco contínuo ali mesmo. Outra presa...
Entretanto fiz umas contas. Se todos contribuíssemos com 120 € uma vez por ano, isto dava uns 1200 milhões de € por ano. Que bela contribuição para a redução do défice nacional! Olhei para os 120 € como a minha parte, e ajudou-me a digerir a coisa...
Logo a seguir, ouvi na rádio que o Cristiano Ronaldo por dois míseros jogos de suspensão, por ter partido um maxilar de um colega de profissão, tinha sido multado em 600 €, cinco vezes mais. Eu, 30 dias, 120 €. Até tive sorte!...
Vi quem era. Pareceu-me importante. E atendi...
"Noto que está no carro. Tem altavoz, ou mãos livres?" "Não tenho, mas pode falar, desde que seja rápido." De repente, senti a luz azul no meu lado esquerdo, ouvi uma sirene, e não disse mais nada, só um "fui apanhado!"
A Honda colocou-se à minha frente, um dedo apontou para o lado direito, e segui-a. Andou umas centenas de metros devagarinho, até que chegou à zona tracejada junto à saída para a rotunda de Francos. Paramos aí mesmo, carros a passar pelos dois lados.
O chefe N. de S. aproximou-se, cumprimentou, pediu os documentos, enquanto eu lhe ia dizendo que bem... o telefone tinha tocado e eu não tinha resistido... sabia que era proíbido mas... Não adiantou. Rapidamente me explicou que a infracção era grave, que não havia perdão, mas que se eu fosse delinquente primário e pagasse a coima voluntariamente na hora, teria a pena mínima: multa de 120 € e 30 dias de inibição de conduzir, esta pena suspensa durante seis meses.
Perguntei-lhe como me tinha apanhado, ele contou-me uma história de abutres e presas (sic) e explicou-me como usou o espelho retrovisor exterior do meu carro para ver o que eu estava a fazer. Mas apesar de ser um verdadeiro gentleman, o chefe N. de S. não me leu os direitos, não me sugeriu que ligasse ao meu advogado, e apenas quis saber se tinha comigo dinheiro suficiente ou se tinhamos de ir a uma caixa Multibanco.
Paguei, recebi de volta os documentos e o recibo, o chefe N. de S. despediu-se com um "foi um prazer!" e ajudou-me a reentrar na VCI. Olho pelo retrovisor, e vejo que já tinha mandado parar outro carro, que aparentemente tinha pisado o risco contínuo ali mesmo. Outra presa...
Entretanto fiz umas contas. Se todos contribuíssemos com 120 € uma vez por ano, isto dava uns 1200 milhões de € por ano. Que bela contribuição para a redução do défice nacional! Olhei para os 120 € como a minha parte, e ajudou-me a digerir a coisa...
Logo a seguir, ouvi na rádio que o Cristiano Ronaldo por dois míseros jogos de suspensão, por ter partido um maxilar de um colega de profissão, tinha sido multado em 600 €, cinco vezes mais. Eu, 30 dias, 120 €. Até tive sorte!...
segunda-feira, 4 de janeiro de 2010
As surpresas do comércio internacional
Perdi há uns dias o estilete do meu 'velho' Qtek S200, e fiquei a escrever com os dedos. O telefone trazia 2, e este era o segundo.
Fui directo à Pixmania, que me cobrava 3 € mais 14.28 € de transporte por um pack de 3. Carote... Passei pela Fnac em Passos Manuel, onde me informaram que o produto estava descontinuado, mas arranjavam-me um sucedâneo, tipo linha branca, por 13.95 €. Ainda experimentei, mas não encaixava nada bem no meu telemóvel...
Fui ao ebay pesquisar. Montes de ofertas. Entre as quais esta. 2.88 USD por 3 peninhas, free shipping! Paguei com o meu Paypal, que me cobrou 2.07 €. E fiquei a pensar se seria verdade. Talvez. Deviam certamente vir da China, misturadas com as mercadorias que abastecem os armazéns e os restaurantes, e seriam entregues em mão, pelo empregado de um destes estabelecimentos. Sei lá! Por aquele preço....
Chegaram hoje! Direitinhas. Vindas de onde? Da Nova Zelândia! Auckland. Bem embaladas. Por avião. New Zeland Post. Iguaizinhas às originais. Ficaram-me por 0.69 € cada.
Não dá mesmo para perceber...
Fui directo à Pixmania, que me cobrava 3 € mais 14.28 € de transporte por um pack de 3. Carote... Passei pela Fnac em Passos Manuel, onde me informaram que o produto estava descontinuado, mas arranjavam-me um sucedâneo, tipo linha branca, por 13.95 €. Ainda experimentei, mas não encaixava nada bem no meu telemóvel...
Fui ao ebay pesquisar. Montes de ofertas. Entre as quais esta. 2.88 USD por 3 peninhas, free shipping! Paguei com o meu Paypal, que me cobrou 2.07 €. E fiquei a pensar se seria verdade. Talvez. Deviam certamente vir da China, misturadas com as mercadorias que abastecem os armazéns e os restaurantes, e seriam entregues em mão, pelo empregado de um destes estabelecimentos. Sei lá! Por aquele preço....
Chegaram hoje! Direitinhas. Vindas de onde? Da Nova Zelândia! Auckland. Bem embaladas. Por avião. New Zeland Post. Iguaizinhas às originais. Ficaram-me por 0.69 € cada.
Não dá mesmo para perceber...
sexta-feira, 1 de janeiro de 2010
Entramos na segunda década do terceiro milénio? Não!...
Isto de contar em múltiplos de 10, de 100 ou de 1000 afinal é mais complicado do que parece, e volta e meia lá aparecem as confusões. Servem para vender uns jornais e uns programas de TV, para uns twits enganadores, para umas tiradas no Facebook, mas não alteram as regras.
É certo que quaisquer 10 anos são uma década, quaisquer 100 anos são um século e quaiquer 1000 anos são um milénio. Acabou um agora mesmo, no momento em que escrevo isto. O que se iniciou há exactamente mil anos, às 12:54 do dia 1 de Janeiro de 1010.
Agora, o terceiro milénio do nosso calendário segue-se ao segundo, e este ao primeiro, que se iniciou no dia 1 de Janeiro do ano 1 (Gregório XIII não pensou num ano zero...). O segundo começou no d1a 1 de Janeiro do ano 1001 e o terceiro começou no dia 1 de Janeiro de 2001. E a primeira década do terceiro milénio começou também nesse dia, pelo que só termina no dia 31 de Dezembro de 2010. Falta um ano.
Costumamos falar nos anos 60 para nos referir à década que se iniciou em 1 de Janeiro de 1960 e terminou em 31 de Dezembro de 1969, por exemplo. Está certo. Mas atenção que esta não é a 97ª década do segundo milénio, pois essa iniciou-se exactamente um ano depois. Isto, se quisermos chamar as coisas pelos nomes certos...
Lembro-me desta discussão há 10 anos, quando algumas pessoas decretaram a entrada no terceiro milénio nesse dia.
É certo que quaisquer 10 anos são uma década, quaisquer 100 anos são um século e quaiquer 1000 anos são um milénio. Acabou um agora mesmo, no momento em que escrevo isto. O que se iniciou há exactamente mil anos, às 12:54 do dia 1 de Janeiro de 1010.
Agora, o terceiro milénio do nosso calendário segue-se ao segundo, e este ao primeiro, que se iniciou no dia 1 de Janeiro do ano 1 (Gregório XIII não pensou num ano zero...). O segundo começou no d1a 1 de Janeiro do ano 1001 e o terceiro começou no dia 1 de Janeiro de 2001. E a primeira década do terceiro milénio começou também nesse dia, pelo que só termina no dia 31 de Dezembro de 2010. Falta um ano.
Costumamos falar nos anos 60 para nos referir à década que se iniciou em 1 de Janeiro de 1960 e terminou em 31 de Dezembro de 1969, por exemplo. Está certo. Mas atenção que esta não é a 97ª década do segundo milénio, pois essa iniciou-se exactamente um ano depois. Isto, se quisermos chamar as coisas pelos nomes certos...
Lembro-me desta discussão há 10 anos, quando algumas pessoas decretaram a entrada no terceiro milénio nesse dia.
domingo, 27 de dezembro de 2009
O Ar em Casablanca
Estive uma única vez em Casablanca, cortesia da Royal Air Maroc, que se atrasou tanto no vôo Agadir - Casablanca que perdemos o vôo Casablanca - Lisboa. Atrasou-se horas!
Estivemos horas no aeroporto de Agadir, nós e um avião, à espera que uma tripulação nos levasse, mas quando chegamos a Casablanca, já era tarde. O avião para Lisboa esperou, esperou, até que desesperou e partiu.
Aí, a Royal Air Maroc portou-se à altura! Hotel 5 estrelas para todos, um dia de pensão completa - jantar, dormida, pequeno almoço e almoço. Hotel Farah. Antes do hotel, um "pequeno" pormenor: as nossas bagagens tinham sido despachadas para Lisboa, e oficialmente já não estavam em Marrocos, mas nós estávamos, e assim não podíamos pegar nelas... só olhar... Telefonema mais telefonema - parecia que era a primeira vez - e a coisa lá se resolveu.
A primeira impressão de Casablanca foi mesmo esta à porta do hotel
Depois foi ver a gigantesca mesquita Hassan II, à beira mar, feita com o dinheiro dos marroquinos e aparentemente com sérios problemas de fundações que a Teixeira Duarte foi chamada a resolver,
a medina velha, que rodeamos percorrendo ruas com uma sujidade indescritível, estas duas personagens que me pediram que os fotografasse e depois nem um contacto me deram para lhes fazer chegar a foto
os souks tradicionais e toda a beleza de uma cidade do norte de África
com aquele toque francês que a torna diferente
Valeu bem a pena o atraso!
Estivemos horas no aeroporto de Agadir, nós e um avião, à espera que uma tripulação nos levasse, mas quando chegamos a Casablanca, já era tarde. O avião para Lisboa esperou, esperou, até que desesperou e partiu.
Aí, a Royal Air Maroc portou-se à altura! Hotel 5 estrelas para todos, um dia de pensão completa - jantar, dormida, pequeno almoço e almoço. Hotel Farah. Antes do hotel, um "pequeno" pormenor: as nossas bagagens tinham sido despachadas para Lisboa, e oficialmente já não estavam em Marrocos, mas nós estávamos, e assim não podíamos pegar nelas... só olhar... Telefonema mais telefonema - parecia que era a primeira vez - e a coisa lá se resolveu.
A primeira impressão de Casablanca foi mesmo esta à porta do hotel
| From Maroc |
Depois foi ver a gigantesca mesquita Hassan II, à beira mar, feita com o dinheiro dos marroquinos e aparentemente com sérios problemas de fundações que a Teixeira Duarte foi chamada a resolver,
| From Maroc |
a medina velha, que rodeamos percorrendo ruas com uma sujidade indescritível, estas duas personagens que me pediram que os fotografasse e depois nem um contacto me deram para lhes fazer chegar a foto
| From Maroc |
os souks tradicionais e toda a beleza de uma cidade do norte de África
| From Maroc |
com aquele toque francês que a torna diferente
| From Maroc |
Valeu bem a pena o atraso!
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