200,482 Escudos por um Euro. Terá sido uma boa ideia? Em 1 de Janeiro de 1999 assim parecia, mas hoje nem por isso.
Já não me recordo que estudos suportaram aquele valor, mas a verdade é que instantaneamente os nossos próprios produtos ficaram caros e pouco competitivos, e começamos a importar em vez de produzir carne, leite, produtos agrícolas, reduzindo à pobreza, à dependência do Estado Social, milhares e milhares de portugueses.
Pensemos bem. Imaginemos que um litro de leite valia 80 Escudos. Passou a valer 40 cêntimos de Euro. Se a taxa de conversão tivesse sido, por exemplo, 250 Escudos por Euro, então teria passado a valer 32 cêntimos de Euro. Se na Espanha, aqui ao lado, valesse 36 cêntimos, no primeiro caso seríamos tentados a importar em vez de produzir, e no segundo iríamos produzir para exportar e ganhar dinheiro. É este o problema.
Teríamos ficado a ganhar menos em 1999, mas seguramente que já teríamos recuperado, com o crescimento da economia, com o menor peso do Estado Social, com a maior competitividade.
Reduzir agora os salários acaba por ser tentar rever aquela taxa de conversão. Só que já se causaram demasiados estragos. Irreversíveis!
Como é que tantos políticos, tantos especialistas, deixam que isto aconteça. Em nome de quê?
sexta-feira, 8 de outubro de 2010
Nem sei se fale disto...
Tenho procurado não falar da crise que nos cerca, e da nossa incapacidade de lhe dar resposta.
Estou convencido de que temos aqui um problema muito sério, que vai ter uma solução dura, radical, nos tempos mais próximos.
Esta ideia de termos uma moeda única como nos Estados Unidos, sem sermos os Estados Unidos, é geradora de problemas muito complicados.
Lá, realmente, os Estados mais ricos e os Estados mais pobres usam o mesmo dólar e o sistema funciona, mas aquilo é um País, com um governo federal, com outras tradições, com cada americano habituado a lutar dólar a dólar, a arriscar, a ganhar e a perder e a voltar outra vez, com instituições nacionais, sem Bruxelas, sem Frankfurt, sem PIGS, sem Países ricos cujos bancos emprestaram à fartazana aos países pobres e agora querem que estes paguem os empréstimos com outros empréstimos mais gravosos.
Nós somos gente simples, que não percebe nada desses produtos financeiros complexos, que gastamos porque nos emprestaram aceitando as garantias que demos. Enganaram-se nas contas. E agora?
O bom seria não continuarmos a enganar-nos uns aos outros mais tempo. Seria sabermos o que realmente nos espera e quais são as alternativas, e decidirmos colectivamente, patrioticamente, o que queremos.
Podemos sair do Euro, e termos uma moedazinha para desvalorizar. Podemos ver a nossa economia ser absorvida por uma outra e com ela a nossa independência. Nem teria que ser a Espanha. Porque o principal, sermos um País de cidadãos formados e informados, isso vai demorar muito, muito tempo.
Precisamos de começar por encontrar os bons políticos, e esses são como o bom vinho, ou os golos do Ronaldo, só aparecem quando aparecem.
Nem sei...
Estou convencido de que temos aqui um problema muito sério, que vai ter uma solução dura, radical, nos tempos mais próximos.
Esta ideia de termos uma moeda única como nos Estados Unidos, sem sermos os Estados Unidos, é geradora de problemas muito complicados.
Lá, realmente, os Estados mais ricos e os Estados mais pobres usam o mesmo dólar e o sistema funciona, mas aquilo é um País, com um governo federal, com outras tradições, com cada americano habituado a lutar dólar a dólar, a arriscar, a ganhar e a perder e a voltar outra vez, com instituições nacionais, sem Bruxelas, sem Frankfurt, sem PIGS, sem Países ricos cujos bancos emprestaram à fartazana aos países pobres e agora querem que estes paguem os empréstimos com outros empréstimos mais gravosos.
Nós somos gente simples, que não percebe nada desses produtos financeiros complexos, que gastamos porque nos emprestaram aceitando as garantias que demos. Enganaram-se nas contas. E agora?
O bom seria não continuarmos a enganar-nos uns aos outros mais tempo. Seria sabermos o que realmente nos espera e quais são as alternativas, e decidirmos colectivamente, patrioticamente, o que queremos.
Podemos sair do Euro, e termos uma moedazinha para desvalorizar. Podemos ver a nossa economia ser absorvida por uma outra e com ela a nossa independência. Nem teria que ser a Espanha. Porque o principal, sermos um País de cidadãos formados e informados, isso vai demorar muito, muito tempo.
Precisamos de começar por encontrar os bons políticos, e esses são como o bom vinho, ou os golos do Ronaldo, só aparecem quando aparecem.
Nem sei...
segunda-feira, 16 de agosto de 2010
Negociar em Marrocos e noutros países...
Há quem goste e há quem deteste. Eu gosto. Nunca tive nenhum problema.
E já me vi em muitas situações à primeira vista hostis, pelo menos aos olhos de um europeu que não esteja preparado para compreender o sistema de vendas destes povos, seja no Norte de África seja na Turquia.
Nunca, mas mesmo nunca se deve perguntar por um preço e depois simplesmente dizer obrigado e virar as costas. É um insulto grave. Quem pergunta, quer comprar, e tem de estar preparado para regatear, ou oferecer um preço, ou pelo menos dizer que é muito caro.
Mas nunca, mesmo nunca, force o seu preço. O vendedor normalmente faz questão em ser ele a fixar o preço final da transação, pelo que devemos deixar margem de manobra para esse jeitinho final. É uma questão de honra para ele.
Uma vez , no Grand Bazaar em Istambul, vimos um tapete que nos interessava. Antes de entrar, combinamos entre nós que pagaríamos 200 € pela peça. Depois perguntei o preço. 1000, disse ele. Muito caro, disse eu. 800, disse ele, porque eu era o primeiro cliente do dia... Muito caro, disse eu. Fez umas contas na máquina de calcular, e pediu 600. Já perdia dinheiro! Não, disse eu. Ofereça, disse ele. 200 euros, disse eu. Ficou zangadíssimo, disse asneiras, mas não me pôs na rua... 400, pediu, só para se ver livre de mim. Não. 350. Não. 300. Não. 250. Era a última oferta dele. Não, e viemos embora. Veio atrás de nós. 210?!
Aceitei. Não podia violar a regra de ser o vendedor quem fixa o preço. É o pequeno jogo de que eles tanto gostam. Claro que se fica sempre com a sensação de que eles é que ganharam no negócio, mas isso...
Outro jogo que os vendedores sempre jogam é o jogo das nacionalidades. Eles sabem que negociar com um português, um espanhol, um italiano, um russo, são coisas completamente diferentes, pelo que precisam dessa informação. E se lhes dificultamos o acesso à informação, eles não gostam... Portugais? Ronaldo. Mourinho. (os nossos valores em alta...)
Finalmente, eles usam todos os estratagemas para tentar vender, mas são completamente pacíficos; é sempre possível dizermos que não estamos interessados e virmos embora sem problema. Dois pequenos episódios, um em Agadir e outro em Marraquexe, assim o ilustram.
Em Agadir, estávamos no ClubHotel Riu Tikida Dunas e pedimos um taxi para irmos a um centro comercial conhecido. O condutor logo perguntou o que queríamos comprar, nós dissemos que só queríamos ir àquele centro, ele disse que conhecia um sítio fabuloso para tapetes, e perante a insistência dele, aceitamos ir lá. Era longíssimo, fora da cidade. Vimos. Dissemos que não gostámos de nada e dirigimo-nos para a porta. Lá estava o táxi, mas sem condutor! Vieram-nos dizer que tinha chegado a hora das orações e ele fora à mesquita. Passados uns longos minutos, chega uma carrinha com novas cores de tapetes, e logo a seguir, o taxista! Tinha sido um estratagema para nos forçar a esperar. Não compramos nada, e viemos embora.
Não devemos confundir o nosso próprio desconhecimento dos hábitos com insegurança.
E já me vi em muitas situações à primeira vista hostis, pelo menos aos olhos de um europeu que não esteja preparado para compreender o sistema de vendas destes povos, seja no Norte de África seja na Turquia.
Nunca, mas mesmo nunca se deve perguntar por um preço e depois simplesmente dizer obrigado e virar as costas. É um insulto grave. Quem pergunta, quer comprar, e tem de estar preparado para regatear, ou oferecer um preço, ou pelo menos dizer que é muito caro.
Mas nunca, mesmo nunca, force o seu preço. O vendedor normalmente faz questão em ser ele a fixar o preço final da transação, pelo que devemos deixar margem de manobra para esse jeitinho final. É uma questão de honra para ele.
Uma vez , no Grand Bazaar em Istambul, vimos um tapete que nos interessava. Antes de entrar, combinamos entre nós que pagaríamos 200 € pela peça. Depois perguntei o preço. 1000, disse ele. Muito caro, disse eu. 800, disse ele, porque eu era o primeiro cliente do dia... Muito caro, disse eu. Fez umas contas na máquina de calcular, e pediu 600. Já perdia dinheiro! Não, disse eu. Ofereça, disse ele. 200 euros, disse eu. Ficou zangadíssimo, disse asneiras, mas não me pôs na rua... 400, pediu, só para se ver livre de mim. Não. 350. Não. 300. Não. 250. Era a última oferta dele. Não, e viemos embora. Veio atrás de nós. 210?!
Aceitei. Não podia violar a regra de ser o vendedor quem fixa o preço. É o pequeno jogo de que eles tanto gostam. Claro que se fica sempre com a sensação de que eles é que ganharam no negócio, mas isso...
Outro jogo que os vendedores sempre jogam é o jogo das nacionalidades. Eles sabem que negociar com um português, um espanhol, um italiano, um russo, são coisas completamente diferentes, pelo que precisam dessa informação. E se lhes dificultamos o acesso à informação, eles não gostam... Portugais? Ronaldo. Mourinho. (os nossos valores em alta...)
Finalmente, eles usam todos os estratagemas para tentar vender, mas são completamente pacíficos; é sempre possível dizermos que não estamos interessados e virmos embora sem problema. Dois pequenos episódios, um em Agadir e outro em Marraquexe, assim o ilustram.
Em Agadir, estávamos no ClubHotel Riu Tikida Dunas e pedimos um taxi para irmos a um centro comercial conhecido. O condutor logo perguntou o que queríamos comprar, nós dissemos que só queríamos ir àquele centro, ele disse que conhecia um sítio fabuloso para tapetes, e perante a insistência dele, aceitamos ir lá. Era longíssimo, fora da cidade. Vimos. Dissemos que não gostámos de nada e dirigimo-nos para a porta. Lá estava o táxi, mas sem condutor! Vieram-nos dizer que tinha chegado a hora das orações e ele fora à mesquita. Passados uns longos minutos, chega uma carrinha com novas cores de tapetes, e logo a seguir, o taxista! Tinha sido um estratagema para nos forçar a esperar. Não compramos nada, e viemos embora.
Em Marraquexe, eramos seis, e numa daquelas ruas que dão acesso à praça de Djemaa El-Fna, um marroquino impecavelmente vestido de branco aproxima-se e convida-nos a ver o estabelecimento dele, que parecia ser apenas uma pequena sala. Oferece-nos chá de menta, e leva-nos, para uma sala, e uma segunda, e uma terceira, e ao primeiro piso, e a mais salas, mostra-nos coisas lindíssimas, mas parte do grupo começou a sentir algum pânico resultante do facto de não saber mais como sair da loja. Disse ao homem: não vamos comprar nada, lamento; pode-nos indicar a saída, por favor? Certamente, disse ele, e saímos.
Não devemos confundir o nosso próprio desconhecimento dos hábitos com insegurança.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
O condutor de táxi
Foi na Tunísia, há seis anos.
Estavamos em Hammamet, muito perto de Nabeul, era quinta-feira, e no dia seguinte seria o famoso mercado de rua. Como se vai? Comboio, autocarro, táxi? Que diz a recepção do hotel? Não, é muito difícil. Vai muita gente. O melhor seria mesmo não ir...
No dia seguinte, pequeno almoço cedo, e rua, directos aos táxis vermelhos. Entramos, dizemos o destino, e lá vamos.
O condutor parecia simpático, e fazemos-lhe a proposta de nos vir buscar às 13:00, pagando nós antecipadamente a viagem. Fica surpreendido. Antecipadamente? Nem pensar! Pagam quando eu os vier buscar! Combinamos o local de encontro, e despedimo-nos.
Apesar de não termos ficado muito convencidos, às 13:00 lá estávamos. Muito gente, uma multidão. Cada táxi que chegava e largava passageiros era literalmente assaltado por dezenas de pessoas que precisavam de transporte. Até que chega "o nosso". Quase que desaparece rodeado de interessados. O condutor vê-nos. Olha para nós. E diz: "eu venho buscar aquelas pessoas!"
No caminho de regresso, contou-nos que estava a trabalhar desde as 4:00 da manhã, que só terminaria por volta das 20:00, tudo isto porque o sonho dele era um dia ser dono do seu próprio táxi. A meio do percurso, perguntou se não nos importavamos que parasse uns minutos, fez um ligeiro desvio, parou à porta de um supermercado e foi comprar o almoço.
Seguimos, chegamos ao hotel, pagamos e despedimo-nos. Uns 25 euros pelas duas viagens. E um condutor feliz, talvez porque acreditamos nele antes dele acreditar em nós.
Estavamos em Hammamet, muito perto de Nabeul, era quinta-feira, e no dia seguinte seria o famoso mercado de rua. Como se vai? Comboio, autocarro, táxi? Que diz a recepção do hotel? Não, é muito difícil. Vai muita gente. O melhor seria mesmo não ir...
No dia seguinte, pequeno almoço cedo, e rua, directos aos táxis vermelhos. Entramos, dizemos o destino, e lá vamos.
O condutor parecia simpático, e fazemos-lhe a proposta de nos vir buscar às 13:00, pagando nós antecipadamente a viagem. Fica surpreendido. Antecipadamente? Nem pensar! Pagam quando eu os vier buscar! Combinamos o local de encontro, e despedimo-nos.
Apesar de não termos ficado muito convencidos, às 13:00 lá estávamos. Muito gente, uma multidão. Cada táxi que chegava e largava passageiros era literalmente assaltado por dezenas de pessoas que precisavam de transporte. Até que chega "o nosso". Quase que desaparece rodeado de interessados. O condutor vê-nos. Olha para nós. E diz: "eu venho buscar aquelas pessoas!"
No caminho de regresso, contou-nos que estava a trabalhar desde as 4:00 da manhã, que só terminaria por volta das 20:00, tudo isto porque o sonho dele era um dia ser dono do seu próprio táxi. A meio do percurso, perguntou se não nos importavamos que parasse uns minutos, fez um ligeiro desvio, parou à porta de um supermercado e foi comprar o almoço.
Seguimos, chegamos ao hotel, pagamos e despedimo-nos. Uns 25 euros pelas duas viagens. E um condutor feliz, talvez porque acreditamos nele antes dele acreditar em nós.
terça-feira, 3 de agosto de 2010
Amor e desamor
As relações definem redes cujas propriedades podem ser estudadas com rigor a partir dessas relações. Interessantes são as redes de relações positivas e negativas: dois nós relacionados positivamente atraem-se e dois nós relacionados negativamente repelem-se. Amor e desamor.
Uma rede de relações positivas e negativas com três nós é muito interessante. Só tem três lados, e portanto só há quatro possibilidades: três relações positivas, duas positivas e uma negativa, uma positiva e duas negativas e três negativas. E o que acontece agora?
A primeira rede, com três relações positivas, é uma família unida, é estável, podem viver os três na mesma casa. A terceira rede também é estável, mas não unida. Origina duas subredes, uma com dois elementos, aqueles entre os quais há uma relação positiva, e outra com um único elemento, o caso isolado. E mesmo a quarta rede é estável, embora conduza a três subredes com um único elemento cada, cada um para o seu lado.
A segunda rede é instável, não há nenhum agrupamento de nós que produza uma solução estável, gera uma crise insolúvel enquanto uma das relações não mudar de sinal.
É um caso frequente no interior de muitas famílias: o Pai que se dá com a Mãe e com o Filho, o Filho que se dá com o Pai, e uma relação negativa entre Mãe e Filho. Não tem solução. Alguém tem de ceder: ou a relação negativa torna-se positiva, o que será raro, ou uma ligação positiva torna-se negativa, o que dá origem a duas subredes, uma com dois elementos e outra com um elemento. A separação.
Há um livro muito recente e muito interessante para se conhecer as regras a que estão sujeitas estas redes: Networks, Crowds and Markets, por Easley e Kleinberg. E que estuda o problema da instabilidade das redes de maiores dimensões, mais complexas. A ler, para aprender.
Uma rede de relações positivas e negativas com três nós é muito interessante. Só tem três lados, e portanto só há quatro possibilidades: três relações positivas, duas positivas e uma negativa, uma positiva e duas negativas e três negativas. E o que acontece agora?
A primeira rede, com três relações positivas, é uma família unida, é estável, podem viver os três na mesma casa. A terceira rede também é estável, mas não unida. Origina duas subredes, uma com dois elementos, aqueles entre os quais há uma relação positiva, e outra com um único elemento, o caso isolado. E mesmo a quarta rede é estável, embora conduza a três subredes com um único elemento cada, cada um para o seu lado.
A segunda rede é instável, não há nenhum agrupamento de nós que produza uma solução estável, gera uma crise insolúvel enquanto uma das relações não mudar de sinal.
É um caso frequente no interior de muitas famílias: o Pai que se dá com a Mãe e com o Filho, o Filho que se dá com o Pai, e uma relação negativa entre Mãe e Filho. Não tem solução. Alguém tem de ceder: ou a relação negativa torna-se positiva, o que será raro, ou uma ligação positiva torna-se negativa, o que dá origem a duas subredes, uma com dois elementos e outra com um elemento. A separação.
Há um livro muito recente e muito interessante para se conhecer as regras a que estão sujeitas estas redes: Networks, Crowds and Markets, por Easley e Kleinberg. E que estuda o problema da instabilidade das redes de maiores dimensões, mais complexas. A ler, para aprender.
segunda-feira, 12 de julho de 2010
Afinal ainda não experimentei o A380...
Estou em Tokyo, a caminho de Osaka, para participar na INDIN 2010.
A Lufthansa, que adquiriu 6 Airbus A380, está desde 11 de Junho a fazer a ligação Frankfurt - Tokyo com este avião, pelo que desta vez havia um atractivo extra.
Só que o futebol gosta de atrapalhar as nossa vidas, lá como cá (ou cá como lá...). E não é que a Lufthansa, que já tinha feito o vôo inaugural dos A380 transportando a selecção alemã de futebol para a África do Sul, resolveu ir buscá-la outra vez de A380 e utilizou neste dia um velhinho Boeing 747-400 na ligação para Tokyo! E como muitos passageiros ficaram sem lugar, decidiu oferecer-lhes viagens alternativas e compensações que chegaram aos 600 € por pessoa!
Vamos lá ver o que nos espera no regresso...
A Lufthansa, que adquiriu 6 Airbus A380, está desde 11 de Junho a fazer a ligação Frankfurt - Tokyo com este avião, pelo que desta vez havia um atractivo extra.
Só que o futebol gosta de atrapalhar as nossa vidas, lá como cá (ou cá como lá...). E não é que a Lufthansa, que já tinha feito o vôo inaugural dos A380 transportando a selecção alemã de futebol para a África do Sul, resolveu ir buscá-la outra vez de A380 e utilizou neste dia um velhinho Boeing 747-400 na ligação para Tokyo! E como muitos passageiros ficaram sem lugar, decidiu oferecer-lhes viagens alternativas e compensações que chegaram aos 600 € por pessoa!
Vamos lá ver o que nos espera no regresso...
terça-feira, 4 de maio de 2010
Simplex!
Fui recentemente submetido a uma pequena cirurgia.
Na altura, enviei para o meu serviço cópias electrónicas da declaração de internamento e do atestado médico passado pelo cirurgião que me operou, e hoje fui entregar os documentos originais.
Surpresa! O atestado não serve! Tem de ser um atestado oficial.
O que posso fazer? O procedimento consiste em ir com aquele atestado ao meu centro de saúde - também servem a Clipóvoa, ou o Hospital da Arrábida - e pedir que me passem o atestado oficial. Ora aí está!
E assim de repente lá vou eu ter de pedir nem sei bem o quê. Nem percebo qual o papel do médico a quem o vou pedir - valida, certifica, apenas preenche o papel? O que me vale é que ainda tenho os pontos, que espero que sirvam como evidência...
Na altura, enviei para o meu serviço cópias electrónicas da declaração de internamento e do atestado médico passado pelo cirurgião que me operou, e hoje fui entregar os documentos originais.
Surpresa! O atestado não serve! Tem de ser um atestado oficial.
O que posso fazer? O procedimento consiste em ir com aquele atestado ao meu centro de saúde - também servem a Clipóvoa, ou o Hospital da Arrábida - e pedir que me passem o atestado oficial. Ora aí está!
E assim de repente lá vou eu ter de pedir nem sei bem o quê. Nem percebo qual o papel do médico a quem o vou pedir - valida, certifica, apenas preenche o papel? O que me vale é que ainda tenho os pontos, que espero que sirvam como evidência...
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